Copasa (CSMG3) comunica renúncia de presidente do conselho

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Copasa (CSMG3) comunica renúncia de presidente do conselhoCopasa (CSMG3) Foto: Unsplash

A Copasa (CSMG3) comunicou ao mercado, nesta quinta-feira (5), que André Macêdo Facó renunciou aos cargos de membro e Presidente do Conselho de Administração e membro do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia de Saneamento de Minas Gerais.

A partir desta data (5), o conselheiro da Copasa, Hamilton Amadeo, sucederá Facó como presidente do conselho de administração.

As ações da Copasa fecharam esta quinta-feira em alta de 2,01%, cotadas a R$ 15,22. Nos últimos trinta dias, os papéis caem 3,55% e, desde o início de 2023, recuam 0,46%. Nos últimos 12 meses, desde 5 de janeiro de 2022, as ações sobem 31,43%.

Chance de privatização de Sabesp, Copasa e Cemig diminui após mudanças nos ministérios, diz Genial

As chances de privatização da Sabesp (SBSP3) – assim como as da Sanepar (SAPR11) e da Copasa – diminuíram, segundo analistas, com as recentes mudanças regulatórias no segmento de saneamento. Houve alterações nas atribuições da Agência Nacional de Águas (ANA), que agora ficará sob o guarda-chuva do Ministério do Meio Ambiente.

Com isso a tese de investimento para Sabesp, Sanepar e Copasa ‘sai enfraquecida’.

Entre as três, a Genial tem recomendação de compra somente para as ações da Copasa, cujo preço-alvo é de R$ 20.

A recomendação da Genial é neutra para a SBSP3 SAPR11, com preço-alvo de R$ 58 para a empresa paulista e R$ 24 para a companhia paranaense.

“Vemos as teses de privatização das empresas de saneamento sob nossa cobertura (Sabesp, Copasa e Sanepar) enfraquecidas. Essa leitura é preliminar e a própria alteração via medida provisória faz com que o Congresso tenha que ainda chancelar eventuais atribuições da agência”, analisa Vitor Sousa.

Segundo a Genial, caso a ANA mude de fato suas atribuições, haverá um desgaste do marco regulatório do saneamento básico. Com isso, ocorrerá uma diminuição do apetite do capital privado por novas oportunidades no segmento.

O impacto prático seria uma menor atratividade para os governos estaduais em realizar a privatização de empresas como Sanepar e Sabesp.

“Em nossa leitura, os governadores podem optar por não privatizar as empresas estaduais por julgar que o preço a ser pago por esses ativos em um possível leilão vá ser pouco atrativo tendo em vista as alterações do Marco do Saneamento e o desinteresse que isso poderia ocasionar. Ou seja: pode ter a redução pelo interesse em privatizar a Sabesp, Sanepar e Copasa”, diz a Genial.

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