Criadora do ChatGPT analisa oferta que avalia empresa em US$29 bi, diz jornal

1 year ago 120

A OpenAI, laboratório de pesquisa de inteligência artificial por trás do chatbot viral ChatGPT, está em negociações para vender ações atuais em uma oferta pública que avaliaria a empresa em cerca de US$ 29 bilhões, publicou o Wall Street Journal nesta quinta-feira (5), citando fontes familiarizadas com o assunto. O negócio, se concretizado, tornaria a OpenAI uma das mais valiosas startups dos Estados Unidos, apesar da pouca receita gerada pela companhia.

A reportagem acrescentou que o acordo está estruturado de forma que as empresas de capital de risco Thrive Capital e Founders Fund comprem ações de atuais acionistas em um negócio que deve atrair investimentos de pelo menos US$ 300 milhões em venda de ações. O novo acordo praticamente dobraria a avaliação da OpenAI em relação a uma oferta pública anterior concluída em 2021, quando a OpenAI foi avaliada em cerca de US$ 14 bilhões.

Apesar de ter viralizado nas últimas semanas e a OpenAI ter gerado dezenas de milhões de dólares em receita, em parte com a venda de seu software de IA para desenvolvedores, investidores expressaram ceticismo de que a empresa possa gerar receita significativa com a tecnologia.

Se a negociação for concluída com essa avaliação, a OpenAI será uma das poucas startups capazes de arrecadar dinheiro com avaliações mais altas no mercado privado, onde os investidores recuaram de novos negócios desde o ano passado.

Outras fontes de financiamento

A Microsoft (MSFT34) também estaria em negociações avançadas para aumentar seu investimento na OpenAI. Em 2019, a Microsoft investiu US$ 1 bilhão na OpenAI e se tornou sua parceira preferencial para a comercialização de novas tecnologias para serviços como o mecanismo de busca Bing e o aplicativo de design Microsoft Design. Agora, a empresa estaria trabalhando para lançar uma versão de seu mecanismo de busca Bing que utiliza a inteligência artificial por trás do chatbot ChatGPT.

Representantes da OpenAI e das empresas de capital de risco não comentaram o assunto.

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